Venha saborear um delicioso vinho na Terra do Vinho!!!
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Símbolos de Videira
A Lei nº 29 de 14 de novembro de 1969 sancionada pelo prefeito Waldemar Kleinubing criou e estabeleceu o Brasão e a Bandeira como símbolos oficiais do município.
Bandeira
Pelo artigo 3ºda Lei, a Bandeira do Município de Videira deve ser: Em pano com a cor azul celeste, contendo ao centro um losango branco o qual portará o Brasão do Município de acordo com o art. 2º, substituídos, pela natureza de figurar em bandeira, os metais, por suas cores características.
Brasão
Pelo artigo 2ºda Lei o Brasão adotado é constituído como segue: Escudo na cor amarelo ouro, formando desta maneira um único campo. Na parte central inferior deste campo cresce uma videira apoiada em uma pá, encimada de um chapéu de palha, simbolizando a viticultura e o trabalho do colono lavrador da terra. Ainda a esta altura, à direita um garrafão de vinho empalhado sobre o qual aparece um cálice; simbolizam a produção de vinhos e o fabrico de garrafas. À esquerda, uma cabeça de javali rodeada de um salsichão, representando a suinocultura e seu aproveitamento através a industrialização. Ocupando as laterais, a dois terços (2/3) da altura, inclinados em quarenta e cinco graus (45º) estão os símbolos do comércio à direita e do trabalho planejador à esquerda. Ambos apontam a direção do centro de uma engrenagem, a qual ocupa a parte superior do Brasão e simboliza todas as atividades industriais do Município. No centro desta engrenagem acham-se três chaves de ouro, representando por sua vez, os três poderes constituídos: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Simbolizam, simultaneamente, os três principais acessos ao Município. À altura da engrenagem, aparecem duas estrelas de cinco pontas, sendo uma de cada lado: dizem da inteligência e da vontade dos habitantes do Município de exercerem domínio sobre institutos e elementos. Encimando este limite de campo encontram-se dois peixes estilizados, lembrando o Rio do Peixe, a cujas margens estendem-se as terras do Município. Coroando o Brasão, um muro fortificado, com torreões de sentinelas, simbolizando a comuna unida e vigilante. Ao pé do Brasão são encontradas duas cornucópias, símbolo da fartura: representam a riqueza agrícola, base principal do desenvolvimento. Aparecem ali com destaque o trigo e o milho. A faixa envolvente, com o nome do Município e a data da emancipação, suporta dois leões com cabeça de leopardo, estilizados, representando a energia de seus habitantes e o zelo pelo bem estar comum. Quanto à cor amarelo ouro escolhida para o Brasão, define a riqueza do solo. As cores da faixa listrada, envolvente, são as do Estado de Santa Catarina.
Biblioteca Pública
Biblioteca Municipal Euclides da Cunha
Inaugurada em agosto de 1945, pelo 2º prefeito nomeado de Videira - Pelágio Parigot de Souza, a Biblioteca Municipal Euclides da Cunha, funcionava junto ao Clube Recreativo Vitória (hoje CEVI). Na época tinha horário de funcionamento bem peculiar: das 12h às 14h e das 17h às 21h.
Em 1988, durante a gestão do prefeito Gabriel Bogoni, ganhou sede própria, na Rua Campos Novos e passou a formar o eixo cultural do município, juntamente com a Igreja Matriz, o Museu do Vinho Mário de Pellegrin e a Praça do Coreto. No início, junto à Biblioteca, também funcionavam duas salas de aula de língua estrangeira: alemão e italiano, idiomas dos primeiros imigrantes.
Tem um acervo de 13.500 livros que contemplam todos os assuntos da Classificaçâo Decimal de Dewey, além de revistas e o arquivamento de cinco jornais de circulação local. Atualmente funcionam no prédio, além da Biblioteca, que conta com uma sala para pesquisas on line; a Universidade Aberta do Brasil - Pólo Videira.
Para fazer o empréstimo de livros é necessário fazer um cadastro, apresentando a Carteira de Identidade ou outro documento com foto, além de um comprovante de residência. O cadastro permite não apenas o empréstimo de livros, mas também a utilização da Sala de Pesquisa on-line, que conta com 10 máquinas conectadas à internet. O cadastro e o acesso aos serviços da Biblioteca são gratuitos.
Das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30
Contato:
Rua Campos Novos, 135 – Bairro Matriz
Telefone: (49) 3566-6063
E-mail: bibliotecapublica@videira.sc.gov.br
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Casa do Telégrafo
Casa do Telégrafo
O prédio do antigo posto telegráfico da Rede Ferroviária Federal S.A, com localização privilegiada na Rua Nicolau Cavon, ao lado da Estação Ferroviária, permanece na memória do videirenses até hoje.
E para reavivar ainda mais essas lembranças uma réplica fiel da construção levantada na década de 30 foi erguida em comemoração aos 60 anos do Município.
No período de atuação, suas formas arredondadas, com a torre da antena na fachada, detacava-se no morro ao lado da Estação Ferroviária, completando o conjunto ferroviário com a Casa do Pernoite.
Moradores mais antigos garantem que em um período de comunicação difícil, muitas mensagens urgentes, importantes, tristes ou alegres, foram recebidas e enviadas pelos telegrafistas através da Estação Radiofônica da RFFSA. Atualmente, a réplica da Casa do Telégrafo serve de apoio e orientação ao turista, sob a coordenação da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura.
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Estação Ferroviária
Estação Ferroviária
Próxima à cabeceira da ponte, no Centro, a antiga estação ferroviária foi transformada em espaço de lazer. O prédio histórico onde funcionava a antiga Estação Ferroviária de Videira foi construído em 1940 e está localizado na Rua Nicolau Cavon, no Centro da Cidade.
No local há uma loja de artesanatos típicos do município, além de uma completa loja de vinhos, incluindo variedades regionais, nacionais e importadas, perfazendo mais de 100 variedades.
O atendimento é realizado por técnicos especializados, com possibilidade de consumo no local e acompanhamento de tábua de frios. Conta com várias sugestões para presentes em belíssimas embalagens.
Possui estacionamento para ônibus de turismo.
Horário de Funcionamento:
Segundas- feiras: das 13h30 às 18h
De terça a sexta-feira : das 9h15 às 12h e das 13h30 às 18h
Sábados: das 9h às 12h.
Atende grupos com visitas previamente agendadas pelo fone: (49) 3566- 2941.
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Igreja Matriz
Igreja Matriz Imaculada Conceição
A Igreja Matriz Imaculada Conceição está localizada na Rua Padre Anchieta, formando o eixo cultural da cidade que compreende o Museu do Vinho Mário de Pellegrin, a Praça do Coreto e a Biblioteca Municipal Euclides da Cunha.
A construção iniciou em 1940 e a conclusão ocorreu em 1947. A obra tem estilo romântico (Barroco) e demandou a vinda de materiais da cidade de Porto União, através do transporte ferroviário. As imagens são provenientes das cidades gaúchas de Porto Alegre e Caxias do Sul, e o mármore utilizado na construção é originário da Itália.
Sua estrutura ocupa uma área superior a mil metros quadrados, com vitrais desenhados, que retratam a identidade do povo videirense,que é eminentemente agrícola e predominantemente católico.
Serviço para visitação:
Grupos com visitas previamente agendas, pelos fones: (49) 3566- 0270 no Escritório Paroquial
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Outros Pontos Turísticos
Praça do Coreto
O coreto localizado ao lado do Museu do Vinho Mário de Pellegrin é um dos maiores símbolos históricos de Videira. Foi construído em 1994 e a obra é uma réplica fiel da original feita na década de 30. Atualmente é usado para apresentações culturais e realização de eventos.
O Coreto faz parte do eixo cultural da cidade que contempla ainda o Museu do Vinho, a Igreja Matriz Imaculada Conceição e a Biblioteca Municipal Euclides da Cunha. O Museu Mário de Pellegrin conta a história de Videira, desde seus primeiros colonizadores e está localizado num imóvel que já foi Casa Canônica, construído pelos Salvatorianos em 1931; Abriga equipamentos usados pelos imigrantes para a fabricação do vinho e uma cantina onde os visitantes podem degustar a bebida. Já ao lado do Coreto está a Igreja Matriz, construída entre 1940 e 1947. no estilo românico (barroco), por meio de mutirão.
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| Praça do Coreto: | |
Museu do Vinho Mário Pellegrin
O Museu do Vinho Mário de Pellegrin está localizado no eixo cultural da cidade, que compreende a Igreja Matriz, a Praça do Coreto e a Biblioteca Municipal Euclides da Cunha.
A estrutura imponente e carregada de história foi construída em madeira, em 1931, pelos padres Salvatorianos, para abrigar a Paróquia Salvatoriana da antiga Vila Perdizes.
Foi adquirida pela Prefeitura em 1983, quando foi tombada e restaurada. É ladeada por uma praça, onde está instalada uma réplica do coreto existente na década de 30, em frente a Igreja matriz. Aos fundos possui um parreiral, que caracteriza as origens do município.
O museu conta a história da uva e do vinho, através da exposição de equipamentos usados pelos primeiros colonizadores, para a fabricação do vinho colonial.
O espaço ainda oferece exposições temporárias de fotos e objetos, exposição permanente de vitivinicultura e pesquisa histórica - arquivo público do início de Videira. No local ainda há uma cantina onde é possível fazer a degustação de vinhos e sucos.
Informações:
Telefone: 3566- 6133
E-mail: museudovinho@yahoo.com.br
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O que visitar em Videira/SC
Observatório Municipal Domingos Forlin
O Observatório Municipal Astronômico Domingos Forlin visa a oportunizar aos turistas a experiência inesquecível de visualizar o universo, experimentando todo o fascínio dos planetas e das estrelas. Foi inaugurado em maio de 2003 através de uma parceria entre a Administração Municipal e a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina.
A concretização do sonho científico, no campo da astronomia, projetou o município de Videira para todo o Estado, para o Brasil e para o mundo. O trabalho realizado pelo Observatório em diversos níveis didáticos e pedagógicos tornou o espaço em uma referência nacional no ramo da astronomia.
Desde sua inauguração, mais de 120 mil visitantes de universidades, escolas e turistas do Brasil e do mundo visitaram o local. Segundo os registros oficiais o Observatório Astronômico Domingos Forlin já recebeu visitas de pessoas de 38 países, 22 estados brasileiros e 281 municípios catarinenses.
Entre os inúmeros fenômenos registrados e visualizados pelos equipamentos do Observatório destacam-se os eclipses lunares, chuvas de meteoros, alinhamento dos planetas, a aproximação de Marte e o trânsito de Vênus pelo Sol.
O Observatório Municipal Domingos Forlin conta com programas educacionais de última geração no campo da astronomia, bem como projeções de imagens de estrelas, planetas, constelações, nebulosas e asteróides e apresentação de palestras com cunho didático.
A tecnologia também se faz presente no Observatório com dois telescópios de longo alcance do tipo Newtoniano Celeste, um telescópio computadorizado MEADE e dois telescópios computadorizados Celestron de última geração.
A direção do local está a cargo do professor Fábio Rafael Herpich, doutorando do programa de pós-graduação em Física da UFSC na área de Astrofísica.
O Observatório atende diariamente, de segunda à sexta feira das 8:00 às 11:45 e das 13:30 às 17:45 para visitação e agendamento de visitas noturnas, fins de semana e feriados.
Os agendamentos podem ser feitos pelo telefone (49) 3566-7053 (com Tathiana) – (49) 9179-7828 (com Fábio) ou pelo e-mail: observatoriovideira@hotmail.com
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A Empresa Perdigão nasceu em Videira/SC
Liderança e posição de destaque nos seus segmentos de atuação, marcas fortes e presença no mercado global.
Foi assim que a Perdigão se consolidou como uma das maiores companhias de alimentos da América Latina. A história da empresa está extremamente ligada ao desenvolvimento do estado de Santa Catarina, ao crescimento e industrialização do Brasil e à grande visão de seus fundadores, os Ponzoni e os Brandalise. Hoje a empresa opera unidades industriais em seis estados brasileiros e sua presença internacional supera a marca de cem países.
A Perdigão tem sua trajetória associada à própria história do setor alimentício no país. Nos primeiros anos da década de trinta, no meio-oeste de Santa Catarina, descendentes de duas famílias de imigrantes italianos - os Ponzoni e os Brandalise - estabeleceram um pequeno negócio de secos e molhados. Inaugurado em Vila das Perdizes, às margens do Rio do Peixe, o armazém com o nome de Ponzoni, Brandalise & Cia., foi o início da empresa que daria origem à Perdigão.
No final daquela década, a empresa expandiu suas operações ligadas à exploração do comércio em geral, com ênfase em produtos alimentícios e produtos correlatos, para incluir o processamento de suínos. Em 1939 iniciou as atividades industriais com um abatedouro de suínos. Dois anos mais tarde a Perdigão mudou sua identificação visual e foi criado um novo logotipo, que trazia um casal de perdizes. No ano de 1942, o abate de suínos alcançou a marca de 100 animais por dia, o que exigiu a melhoria tecnológica dos equipamentos do frigorífico.
Consolidada a atividade comercial e de processamento de suínos, os investimentos da empresa direcionaram-se para a agropecuária, com a construção da Granja Santa Gema, em Videira (SC), voltada à produção de animais de alta linhagem, em 1954. Um ano depois teve início o abate de aves. A atividade era realizada de forma artesanal nas dependências do frigorífico de suínos. Em 1958 foi alterada a razão social da empresa, que recebeu a denominação de Perdigão S.A. Comércio e Indústria.
Os laboratórios para o controle microbiológico e físico-químico dos produtos nas unidades industriais foram instalados em 1963. Estes laboratórios foram os embriões das áreas de controle da qualidade e de pesquisa e desenvolvimento da empresa. A ênfase na qualidade dos produtos, segurança dos processos e portfólio diversificado de produtos tem sido uma preocupação constante da Perdigão desde muito cedo. A empresa também investiu no monitoramento da saúde e tratamento das aves e suínos em todos os estágios de suas vidas e no decorrer de todo o processo de produção.
No ano de 1975 foi construído o primeiro abatedouro exclusivo para aves e a Perdigão tornou-se uma das pioneiras na exportação de carne de frango, que contou como destino à Arábia Saudita. O ano de 1979 foi marcante para a empresa. Com a finalidade de oferecer ao mercado uma alternativa diferenciada de consumo de carne de aves, a empresa importou dos Estados Unidos as primeiras matrizes da espécie Gallus Gallus e deu início a um programa de melhoramento genético com o objetivo de desenvolver uma ave especial.
Nascia ali à marca Chester: com 70% de suas carnes concentradas no peito e nas coxas.
No início dos anos 80 a holding Perdigão S.A. Comércio e Indústria abriu seu capital e passou a comercializar ações na bolsa de valores.
Em 1983 foi lançada a linha Chester, pioneira em produtos industrializados com baixo teor de gordura.
Em 1989 foi lançada a linha Turma da Mônica, pioneira no Brasil no segmento de produtos industrializados de carnes com baixa condimentação. No ano seguinte os abatedouros de aves de Capinzal (SC) e Marau (RS) foram aprovados para exportar para a União Européia.
Chester da Perdigão: fruto de melhoramento genético
De 1990 a 1993, a empresa experimentou prejuízos substanciais em razão do aumento de despesas financeiras, baixo investimento em desenvolvimento de produtos, capacidade limitada, bem como divulgação modesta de seus produtos.
Em setembro de 1994, enfrentou uma crise de liquidez em decorrência da qual a família Brandalise vendeu suas participações na companhia, que consistia em 80,68% das ações ordinárias e 65,54% das ações preferenciais, para oito fundos de pensão.
Os fundos de pensão originais contrataram uma nova equipe de diretores que reestruturou a administração e implementou aumentos de capital e programas de modernização. A nova administração realizou uma reestruturação societária, alienou ou liquidou operações comerciais não preponderantes e incrementou a estrutura financeira. Desde que seu controle acionário passou para o pool de fundos de pensão, a Perdigão adotou um modelo de gestão que introduziu importantes mudanças em sua administração, considerada um exemplo em expansão, inovação e solidez.
Em 1999 a empresa entrou no mercado de massas prontas congeladas com a linha Toque de Sabor. O primeiro produto lançado foi a Lasanha à Bolonhesa.
A Perdigão chegou ao Paraná em 2000, quando adquiriu 51% do capital da divisão de produtos cárneos da Batávia. Um ano mais tarde, comprou os 49% restantes e incorporou à empresa, preservando a marca Batavo. A empresa acessou rapidamente o promissor mercado de carne de perus e, desde então, vem investindo no aumento da capacidade de abate e ampliação do parque agropecuário.
Em 2000, a Perdigão foi a primeira empresa brasileira de alimentos a lançar ações (ADRs) na Bolsa de Nova York. Em 2001, fez parte do primeiro grupo de empresas a aderir ao Nível 1 de Governança Corporativa da Bovespa.
Em 2006, a companhia pulverizou seu controle acionário e entrou para o Novo Mercado da Bovespa, o nível mais alto de Governança Corporativa. Com a adesão ao Novo Mercado, a Perdigão consolidou sua posição de excelência na gestão por parte dos fundos de pensão e espera manter o patamar de crescimento médio anual acima dos 10% registrado nos últimos anos.
Em 2006, a Perdigão entrou no segmento de lácteos com a aquisição de 51% da Batávia S/A – Indústria de Alimentos (mas em 2008 iria adquirir os outros 49% que eram de posse da Parmalat, tornando-se a única dona da Batávia). A empresa atende dessa forma seus objetivos de continuar crescendo em percentuais semelhantes aos sustentados na última década, tanto em volumes como em receitas, sem, entretanto, elevar a concentração de seus negócios nas áreas de carnes de aves e de suínos.
Atualmente, a Perdigão opera unidades em seis regiões do Brasil: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, São Paulo e Mato Grosso. No exterior, a empresa possui escritórios de vendas na Inglaterra, França, Japão, Holanda, Rússia, Cingapura e Emirados Árabes. No mercado interno, a companhia opera, principalmente, com as marcas Perdigão, Chester, Batavo, Turma da Mônica; no mercado externo, principalmente com as marcas Perdix, Fazenda (Rússia), e Borella (Arábia Saudita). Em 2007, através da aquisição do negócio de margarinas da Unilever, passou a trabalhar com as marcas Doriana, Delicata, Claybom e Becel, esta última através de sua joint-venture. Seu mix abrange mais de 400 produtos.
Os custos de alimentação animal e custos de mão-de-obra, de modo geral mais baixos, e os ganhos com eficiência em produção animal no Brasil, constituem uma boa vantagem competitiva para a empresa sobre produtores localizados em alguns dos mercados de exportação em que atua.
A Perdigão também alcançou escala e qualidade de produção que lhe permite concorrer de maneira eficaz com os principais produtores no Brasil e em outros países. Sua capacidade instalada é de abater 10 milhões de cabeças de aves por semana, 70 mil cabeças de suínos por semana, além de congelar 730 mil toneladas de carne de aves por ano e 510 mil toneladas de carnes de suínos por ano.
Fonte: www.iepes.com.br
Foto da Empresa Perdigão em Videira ( atual BRF )
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Histórico
No início, uma pequena localidade chamada "Rio das Pedras". Mais tarde viria a se chamar "Perdizes".
A colonização de Videira iniciou-se em 1918, na então Vila do Rio das Pedras. Em 1921, para atrair novos colonos, mudou o nome para Perdizes.
A instalação oficial do município aconteceu em 1944 e o nome Videira deve-se ao fato de a região ser um grande centro vitivinicultor do Estado. Conta-se que já em 1913, antes mesmo da fixação dos primeiros colonizadores, foi colhido um cacho de uvas pesando 1,3kg.
Videira também é a “Capital Catarinense da Uva e Berço da Perdigão”. O município é a 14ª economia do Estado e 8ª em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Características
Formação Administrativa:Pela Lei estadual n.º 337, de 12 de abril de 1927, foi criado o distrito de Perdizes, como parte integrante do Município de Campos Novos.
O Município de Videira foi criado pelo Decreto-lei estadual n.º 941, de 31 de dezembro de 1943, com território de três outros: Campos Novos, Caçador e Joaçaba.
Na data do Recenseamento Geral de 1960. o Município era formado por oito distritos: Videira (sede), Anta Gorda, Arroio Trinta, Dez de Novembro, Iomerê, Lourdes, Pinheiro Preto e Veloso.
Depois de 1960, o Município sofreu quatro desmembramentos, para formarem novas unidades autônomas. Atualmente, é formado pelos distritos de Videira (1.º e 2.º subdistritos), Anta Gorda e Lourdes.
Pela Lei estadual n.º 817, de 29 de janeiro de 1953, o Município alcançou autonomia judiciária tornando-se sede de comarca (instalada a 19 de setembro do mesmo ano), compreendida em sua própria área, ficando assim independente da comarca de Caçador de que era termo.
Fonte: IBGE
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